Introdução à Proporção Áurea: Utilizando-a na Superfície do Desenho (base retangular)

Abaixo está um passo a passo no qual você poderá facilmente utilizar a divisão harmônica segundo a proporção áurea nas folhas de papel padrão internacional da série A. O descritivo abaixo está para o ponto de ouro com a superfície retangular mais longa na horizontal. O mesmo passo a passo poderá ser utilizado com a superfície retangular mais longa na vertical porém, resultará em pontos de ouro diferentes. A marcação do ponto de ouro dependerá da sua composição, seja na horizontal ou na vertical.

E assim, teremos um “retângulo de ouro” segundo os padrões das proporções áureas.

grafico_retangulo_de_ouro_11Semelhante ao quadrado, você poderá usar o retângulo com as proporções áureas de forma semelhante ao quadrado nas quatro disposições, seja o papel mais longo na horizontal ou mais longo na vertical. Esta definição será definida mediante opção escolhida para a disposição das figuras na composição. Lembre-se: para acentuar o foco de um determinado elemento na sua arte, coloque-o no ponto de ouro no espaço.

Introdução à Proporção Áurea: Utilizando-a na Superfície do Desenho (base quadrada)

Uma das aplicações da técnica de Proporção Áurea é na elaboração de uma composição harmônica onde todas as pessoas que visualizarem sentirão beleza e fruirão de uma composição artística agradável. Serão desenhos que haverão aceitação pelo expectador por mais variável que seja seu projeto. Primeiramente, vejamos proporção áurea aplicada em superfícies quadradas.

Proporção Áurea na Superfície Quadrada:

Superfícies quadradas são estáveis e difíceis de fazer composições com dinâmica e harmonia. Para “quebrar’’ essa rigidez das superfícies quadradas, há uma forma de aplicar a proporção áurea. É muito simples encontrar o ponto de ouro no quadrado como na figura abaixo:

quadrado_de_ouro_01

1- Trace uma linha na diagonal de A para B;

2 – Coloque a agulha do compasso em A e arraste o compasso de C até a base do quadrado.

3 – Onde o arco e a linha diagonal se cruzam, está o ponto de ouro da superfície quadrada.

Neste ponto, você poderá colocar o objeto principal da sua composição. Pode ser um olho, uma mão, algo que você quer destacar no seu desenho. Não há obrigatoriedade de alinhamento preciso.

E assim, o quadrado ganhará a dinâmica que a linha diagonal traz e harmonia com o ponto de ouro. Não há necessidade de rigor nesta disposição da linha e do arco você quadrado_de_ouro_02poderá explorar as quatro opções que o quadrado proporciona. E neste limite, você encontrará ilimitadas possibilidades de composição dentro do aparentemente rígido e limitado quadrado. Na figura à direita e ao lado, há estas 4 disposições do ponto de ouro.

Veja abaixo algumas fotos em formato quadrado selecionadas da internet onde nas suas composições elementos encontram-se no ponto de ouro ou aproximado dele:

Lembre-se: “o ilimitado emerge dos limites”

Introdução à Proporção Áurea: O Famoso Cálculo.

Uma das coisas que mais me irritava nos livros de arte que abordavam o assunto Proporção Áurea era o fato de nenhum deles ensinar realmente como utilizá-la nas composições artísticas. E uma das minhas propostas com estas postagens é justamente ensinar como utilizar a proporção áurea.

A frase citada anteriormente “a parte menor está para a maior assim como a parte maior está para o todo” gera um cálculo matemático que utilizaremos nas nossas composições. Considerando a letra A para representar a parte menor e a letra B para representar a parte maior, chegaremos a seguinte fórmula matemática:

A : B = B : (A+B)

Não será sempre que nossa busca matemática será igual nas divisões; chegaremos muitas vezes ao aproximadamente. Lembremo-nos: estamos em busca da harmonia e não da igualdade. Muitas das nossas divisões poderão chegar a dízimas periódicas quase infinitas. O resultado desta divisão será aproximadamente 6 para cálculos com números acima de três casas decimais; o resultado será aproximadamente 0.6 para divisões com duas casas decimais; aproximadamente, nos algarismos com uma casa decimal, encontraremos resultado como 0.625, 0.615, 1.618… ,1.6, também em nossas divisões de partes diferentes na busca de tamanho proporcionalmente por tamanhos harmônicos para as formas em nossos desenhos. Não precisaremos perder tanto tempo calculando todos os traços do desenho, o que pode tolher nossa criatividade. Na busca da harmonia nas nossas composições, de grande utilidade será a Série Fibonacci criada por Leonardo de Pisa que introduziu na Europa, juntamente com algarismo indo-arábicos e o sistema decimal. A Série Fibonacci consiste numa sequência numérica somática na qual cada número da sequência é a soma dos dois números anteriores. E assim, surge a progressão aritmética: 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34, 55, 89, 144…, etc. Se usarmos o cálculo da proporção áurea e dividirmos o número menor pelo numero maior da sequência, perceberemos que o resultado da divisão será aproximadamente os números da seção áurea (0.6, 1.68…, 0.615 e etc). Usaremos esta matemática para encontrar o chamado ponto de ouro nas composições.

Não é de forma aleatória que, no tratado da Deca Pitagórica, o teorema da harmonia é justamente o número 6.

Se você quiser realmente aprender proporção áurea, guarde sempre esta frase:

“a parte menor está para a maior assim como a parte maior está para o todo”

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Introdução à Proporção Áurea – Por que conhecê-la é importante?

Nossa cultura (brasileira e americana em geral) foi muito influenciada pela cultura e colonização europeia ocidental. E o berço da cultura europeia foi a Grécia, que espalhada pelo Império Romano, estendeu-se largamente pelo que compreendemos hoje por Europa. Os europeus colonizaram o continente americano e o resto da história, já conhecemos.

É notório a percepção deste conhecimento e sua importância na Arte, Engenharia e Arquitetura derivado dos conhecimentos da Natureza partindo deste tratado grego.

Para ilustrar mais e muito melhor do que eu, abaixo segue um vídeo. É uma animação em média metragem do Pato Donald produzido pelos estúdios Disney que aborda o tema, a sua importância, influência e uso no nosso cotidiano.

Este é um dos inúmeros vídeos educativos que a Disney produziu mas, infelizmente, são pouco conhecidos. Vale a pena assistir até o final.

Divirtam-se!

Introdução à Proporção Áurea – Breve História e Princípios Teóricos

          Proporção Áurea, no desenho artístico, é técnica para harmonizar composições. Pelos registros históricos, estes princípios teóricos e práticos da proporção áurea originou-se na Grécia, século VI a. C. na Escola de Pitágoras. Os princípios da busca do equilíbrio de partes diferentes é o princípio da harmonia. Esta palavra “harmonia” tem origem grega; o termo grego ‘harmos’ significa juntar. Partindo da observação da Natureza, os pitagóricos perceberam que não há uma regularidade nas formas; a métrica, a simetria, a matemática são invenções do homem; a Natureza possui outro tipo de composição e sua própria matemática; seus padrões que partem dos princípios da harmonia. Dentre os estudos dos pitagóricos, há um tratado de amplo conhecimento e aplicabilidade universal que é chamado de Deca Pitagórica. Era um tratado composto de 10 compilados com fundamentos matemáticos que exprimia de forma teórico-matemática a origem manifestada do mundo em que vivemos, a criação e recriação do Universo manifestado. O tratado relativo à proporção áurea está no compilado de número 6, chamado de Teorema da Harmonia. Para entender melhor o 6º teorema, é necessário conhecer o anterior, o de número 5, chamado de Teorema do Limite ou do Homem.

Teorema Nº 5 – Do Limite ou Do Homem:

De maneira sucinta, o teorema de número 5 aborda o despertar da consciência e do limite das coisas, seu símbolo é a estrela de 5 pontas voltada para cima e o algarismo indo-arábico cinco 5 é também seu representante equivalente na matemática que iremos utilizar. No desenho, faz-se necessário tomar consciência do nosso limite, do limite dos nossos recursos materiais, do tamanho de área da superfície em que vamos desenhar, do que somos como desenhistas e onde queremos chegar. E este teorema tem a seguinte afirmação traduzido para nosso idioma: “O ilimitado emerge do limite” . Ou seja, a partir de que a consciência chega a nós por meio da razão, poderemos ser mais e melhor; conhecendo nosso limite, conheceremos também todas as nossas infinitas possibilidades. As limitações não são apenas restritivas mas também são criativas.

Teorema Nº 6 – Da Harmonia:

O teorema de número 6 que iremos explorar mais a fundo, aborda a harmonia como princípio inicial na busca do equilíbrio, e num patamar mais elevado, a busca da perfeição. As proporções da Natureza, que é também parte de nós, constituem limitações partilhadas que criam relações harmoniosas baseada nas diferenças. É dos princípios da harmonia criado pelos gregos que derivam os conceitos de beleza. Segundo o teorema de número 6, “a parte menor está para a maior assim como a parte maior está para o todo” . Partindo deste conceito iremos criar composições harmônicas, na busca da beleza e perfeição artística.

A Geometria da Natureza:

A ciência matemática que conhecemos é dividida em três segmentos: aritmética, geometria e álgebra. Euclides de Alexandria é tido como “Pai da Geometria”; a chamada Geometria Euclidiana é aquela que conhecemos e usamos no desenho; com duas e três dimensões com formas regulares e simétricas, as quais usamos para compor cenários e desenhar objetos. Quando se trata de representar a Natureza (animais, plantas e pessoas) usaremos uma geometria não euclidiana; ou seja, serão formas que possuem duas e três dimensões porém, não serão com formas regulares e simétricas. E é nesta composição da geometria da Natureza que utilizaremos proporção áurea. Abaixo poderemos observar respectivamente um círculo, uma esfera e a representação de uma laranja. Notaremos a diferença entre a geometria euclidiana com duas e três dimensões e a geometria da Natureza, não euclidiana.

Fontes das imagens: http://www.google.com

Referência Bibliográfica:

READ, Herbert, Sir. O Sentido da Arte. Editora IBRASA; tradução E. Jacy Monteiro. 8ª edição. São Paulo – SP. 1978.

DOCZY, György. O Poder dos Limites: Harmonias e Proporções na Natureza, Arte e Arquitetura. Editora Mercuryo; tradução Maria Helena de Oliveira Tricca e Júlia Bárány Bartolomei. São Paulo – SP. 1990.

Homenagem a Caverna do Dragão

Banner para divulgação na internet.

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No dia 13 de dezembro de 2014, em comemoração ao aniversário de 22 anos da Gibiteca Marcel Rodrigues Paes (mais conhecida como Gibiteca Santos), entre suas atividades ocorreu às 18h a abertura da exposição “Caverna do Dragão por uns 20 Artistas”. Esta é mais uma ação organizada por Denis DYM Freitas em parceria com SECULT e Gibiteca Santos.

O desenho animado “Caverna do dragão” foi ao ar originalmente entre os anos de 1983 a 1986 pela CBS, emissora dos EUA, com 27 episódios. Era baseado no jogo de RPG (Role playing game) “Dungeons & Dragons”. No Brasil, a série estreou em 1986 dentro do “Xou da Xuxa”, na Rede Globo, que nunca passou o início da série e só foi exibir a terceira temporada quase dez anos depois, dentro do programa da mesma emissora “TV Colosso”.

Mesmo assim, a série influenciou toda uma geração de crianças. Eu sou uma delas e, muitas crianças como eu, participam desta exposição, agora como desenhistas e ilustradores.Tenho a alegria de estar ao lado de: Aikau OliveiraAndré ReisBlendaCarlos GreccoDenis DymGiovanni PedroniGuthemberg PereiraIgo Carneiro, Helton Soares, JazzJohn CastelhanoLeandro Henrique AltafimLeandro ReisLucas Rugal (meu aluno), Luiz Gustavo Pereira, Nicolas Soares, Sam CozaSandro CostaVinicius de MouraYoshi.

É a terceira exposição que tenho a honra e alegria de participar este ano na Gibiteca Santos!

Quando DYM anunciou o terceiro tema, eu optei por fazer uma alegoria em homenagem ao terceiro episódio da série animada. Intitulado “O Salão dos Ossos”, este foi o episódio que me impressionou quando criança e eu jamais o esqueci. Eu reassisti ao desenho, estudei todos os personagens que aparecem nesta trama e comecei a elaborar minha composição.

Esbocei primeiramente com grafite e delineei com canetas nanquim (porque são resistente à água). Após limpeza dos traços de grafita, apliquei aquarelas na marca Pentel e Winsor&Newton. Utilizei pincéis que gosto muito da Winsor&Newton Série 7 e da Pinctore Tigre referência 182. Estes são redondos e seu pêlo tem corte em forma de gota.

Para mim, é uma alegria poder participa de ações como estas que promovem o entretenimento, a cultura pop, os quadrinhos. E o melhor de tudo: poder desenhar livremente! Sem prazos apertados ou limitações estéticas.

Eis meu desenho finalizado.

Fontes de pesquisa: Google Images e Facebook.

Quadrinhos e Formação do Leitor

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Esta imagem eu confeccionei junto como Prof. Henrique para capa da edição de número 5 da revista Imaginário! em homenagem a Elydio. Usei técnica de rotoscopia sobre um desenho de Elydio que é capa do seu fanzine intitulado ‘Biograficzine’.

No dia 02 de dezembro de 2014, o CCSA/UFPB realizou um evento e que com muito entusiasmo eu aceite o convite.

Intitulado ‘Quadrinhos e Formação do Leitor’ o evento organizado pelo Grupo de Estudos Transdisciplinares Educação e Saúde coordenado pela Profª. Drª Ana Elvira Steinbach Torres com o apoio dos estudantes Delbiana Lopes, Luciene Souza e Rideygue Araújo Clementino, e o Grupo de Pesquisa de Quadrinhos (GPHQ/UFPB), do qual eu faço parte, coordenado pelo Prof. Dr. Henrique Magalhães.

Realizou-se atividades à tarde e à noite no auditório 211 do Centro de Ciências Sociais Aplicadas da Universidade Federal da Paraíba.

No horário da tarde ocorreu o lançamento do livro do Prof. Dr. Alberto Pessoa (DEMID/UFPB) intitulado ‘A Linguagem dos Quadrinhos: definições, elementos e gêneros’ da Ed. Marca de Fantasia. Prof. Henrique Magalhães, em nome do GPHQ, prestou nossa homenagem ao estimado Prof. Dr. Elydio do Santos Neto. Ele foi por um curto período membro do GPHQ e professor do Centro de Educação da UFPB. Um ser humano impar com a capacidade de alegrar e motivar a todos ao seu redor! A edição de número 5 da revista acadêmica Imaginário! que nós do GPHQ publicamos e foi criada com apoio de Elydio, fez homenagem ao mesmo. Após o lançamento do livro e nossa homenagem a Elydio, a Prof. Ana Elvira coordenou a mesa-redonda que debateu o tema do evento ‘Quadrinhos e Formação do Leitor’. A Profª. Mestra Keliene Christina e eu apresentamos nossas ações didático-educativas com histórias em quadrinhos. Em especial, eu apresentei como eu ensino desenho e quadrinhos, e as atividades que desenvolvi a frente do Projeto Calango (PPGC/UFPB). Após nossas explanações, tivemos um intenso e produtivo debate sobre o uso dos quadrinhos em sala de aula.

À noite tivemos a homenagem do Centro de Educação ao Prof. Elydio feita pela Profª. Drª. Edna Brennand e pelo diretor do CE, Prof. Dr. Wilson Honorato Aragão. E pudemos ter neste momento a grandiosa presença da Profª. Drª. Marta Regina Paulo da Silva da Universidade Metodista de São Paulo, companheira de Elydio, que partilhou conosco seu belíssimo projeto de doutorado que aborda o tema ‘alfabetização com histórias em quadrinhos’. Uma palestra de imensurável ensinamento de como educar e alfabetizar utilizando histórias em quadrinhos.

A felicidade de participar de ações como estas da-me alegria de que, nas próximas gerações, teremos menos esteriótipos e preconceitos relacionados à histórias em quadrinhos.

Quadrinhos são uma excelente ferramenta em sala de aula para todas – afirmo com convicção – todas disciplinas no ensino fundamental e médio. Porque é uma forma de aproximar os conteúdos de sala de aula com o universo cotidiano infanto-juvenil.

“Mulheres: A(r)mem-se contra a violência!”

Fiz esta HQ de uma página como maneira de expressar meus sentimentos diante dos absurdos que presencio mas, e que infelizmente, tenho que me calar. Mulheres de todo o mundo, por favor, não viva esta história. E não permitam que ela se repita.

Ultimamente, comportamentos de desrespeito de homens para com mulheres irritou-me profundamente. Três situações foram as piores e que me irrita ao lembrar:

Um casal sentado atrás de mim num ônibus discutia; ele por desconfiança de sei-lá-que-motivo tomou o celular dela e ela implorava de forma nada discreta em meio ao coletivo que ele devolvesse seu aparelho de telefonia móvel.

Situação semelhante ocorreu quando, perto de minha casa, eu esperava o ônibus. Outro casal discutia: ela também mendigava ao seu companheiro seu telefone celular de volta; ele sequestrou o aparelho telefônico – aparentemente – por ciúmes.

Um casal que habita vizinho a minha residência é o caso que mais me perturba literalmente. Ele é alcoólatra, bebe de quarta à domingo, canta e ouve músicas em alto som, perturbando a paz da vizinhança (além da minha). E eles brigam ferozmente. Até a polícia já apareceu para interceder as brigas.

Irritante não é apenas o comportamento destes homens mal educados. Pior é a submissão desta mulheres em permitir serem vítimas de tal violência.

Mulheres: se você tem amor próprio, procurem companheiros que as amem e respeitem e eduquem seus filhos para que não repitam o comportamento tirano de desrespeito para com as mulheres. Sim, acredito eu que o mal sofrido por mulheres, além do mal exemplo de outros homens (pais, tios, e outros homens da convivência), venha da ausência da educação feminina, que permite que o comportamento se repita por gerações. Na minha família, por exemplo, chefiada na grande maioria por mulheres, não há casos de abusos e violências contra mulheres. E os que tentaram, se arrependeram amargamente.

Por tanto, parafraseando um termo que li nas paredes da UFPB:

“Mulheres: A(r)mem-se contra a violência!”

Discussão sobre a influência dos quadrinhos na formação do leitor promovido pela FUNESC

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No dia 19 de outubro de 2014 eu participei da mesa-redonda cujo tema foi ”a importância dos quadrinhos na formação do leitor”. Esta atividade foi promovida pela FUNESC -Fundação Espaço Cultural José Lins do Rêgo sob a coordenação de Thaïs Gaulberto e que também foi mediadora deste debate. Esta ação educativa e cultural da FUNESC foi gratuita e aberta ao público em geral.

Na tarde de domingo, às 15h no auditório 6 do mezanino 2 do Espaço Cultural tivemos uma agradável tarde com participantes das mais diversas áreas do conhecimento interessadas pelo tema: alunos e professores universitários, quadrinistas locais, professores do ensino fundamental e médio, e demais interessados o tema.

Foi uma alegria poder participar de tal atividade juntamente com Keliene Christina que eu conheci na graduação em História na UFPB. Keliene Christina é professora de história, que utiliza os quadrinhos como ferramenta na sala de aula. Sua graduação teve como tema História em Quadrinhos e seu mestrado também. Também junto conosco esteve Januncio Neto (com quem eu trabalho nas atividades da Associação Cultural Studio Made in PB) que é quadrinista e professor do grupo Made in PB.

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Espaço HQ – O evento faz parte do projeto “Espaço HQ”. Desenvolvido pela Funesc, o Espaço HQ pretende realizar mensalmente atividades voltadas a esse segmento de produção, como oficinas, laboratórios, discussões, palestras e vivência entre profissionais e amadores da área.

A primeira ação do projeto iniciou em outubro, com o Laboratório de Quadrinhos, ministrado pela quadrinista Thaïs Gualberto . Durante as segundas-feiras deste mês, os participantes assistem a aulas e nessas aulas são apresentados a eles diversos quadrinhos e em cima desse material, são feitas experimentações.

Iniciativas como estas são essenciais para que haja melhor qualidade no ensino e que o ato de ensinar não seja mecânico, decorativo e repetitivo. Que o conhecimento seja algo que o aluno se identifique, veja sentido e função.  Sem estes três elementos, o alunado não despertará o interesse em aprender, gostar de estudar e de ler.

Quadrinhos são excelente ferramentas de ensino para exercício de leitura e interpretação, para criatividade, desenvolvimento da escrita e senso crítico.

Fontes:

Memorial dos Quadrinhos da Paraíba.

Paraíba On Line.

Homenagem a ThunderCats

Essa é uma notícia antiga mas quero deixar o registro.

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No dia 9 de maio de 2014, na Gibiteca Marcel Rodrigues Paes (Gibiteca Santos) localizada na cidade do litoral paulista Santos, ocorreu a abertura da exposição Homenagem por uns 30 Artistas – ThunderCats. Esta amostra foi organizada por Denis DYM Freitas (desenhista e arte finalista de HQs). Com muita alegria recebi seu convite no início de 2014 para participar desta exposição juntamente com outros desenhista e colegas de profissão.

Além das nossas artes impressas e expostas na Gibiteca Santos, nossos desenhos também estão expostos numa galeria virtual criada por Denis DYM Freitas no endereço abaixo:

http://thundercats30.tumblr.com

ThunderCats foi uma série de animação desenvolvida por Rankin/Bass e distribuída por Lorimar-Telepictures em 1983, baseada nos personagens criados por Tobin “Ted” Wolf. A animação foi produzida por Pacific Animation Corporation, um grupo de estúdios japoneses, incluindo a Topcraft, que mais tarde viria a formar o Studio Ghibli. A primeira temporada foi ao ar em 1985 (com 65 episódios), seguido do filme intitulado ThunderCats – HO! em 1986. As temporadas 2 (1987-1988), 3 (1988-1989), e 4 (1989-1990), seguiram o novo formato de 20 episódios cada. No Brasil, a série foi inicialmente exibida em 1986 até 1990, exibindo somente os primeiros 100

A minha participação foi com o desenhos de uma personagem pouco lembrada do público em geral. Ela chama-se Mandora. É policial espacial que aparece primeiramente na saga dos piratas espaciais. Veja sua primeira aparição na série animada para a TV.

Eu desenhei uma arte estilo ‘pin up’ desta com diversos materiais de desenho. A escolha deles está relacionada ao efeito visual que cada um proporciona e resultado estético que eu almejava.

Utilizei para a confecção desta, inicialmente, lápis grafite para esboçar. Suavemente, delineei com canetas nanquim de ponta porosa da marca Steadtler, porque sua tinta é resistente à água. Apliquei aquarela da marca Winsor&Newton onde queria efeitos de transparência e para cobrir grandes áreas, como no espaço sideral ao fundo da figura.

No geral da personagem Mandora, eu utilizei lápis de cor da marca Faber-Castel (uma caixa ‘velhinha’ com 48 cores) para colorir cabelos, pele, luvas, botas e partes de volume da roupa. Para o preenchimento da sua vestimenta usei tinta nanquim para ter cor uniforme e sólida.

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