Elementos da Linguagem Visual

Quando observamos uma ilustração, vemos um conjunto de figuras e cores dispostas numa superfície, interagindo e formando imagem. A infinita quantidade de imagens construídas com os mais diversos suportes e materiais surgem de elementos básicos usados na linguagem visual. O que veremos a baixo e na sequencia são: superfície e/ou espaço, ponto, linha, forma e volume. Para melhor compreensão, estudaremos cada um destes elementos da linguagem visual separadamente. Mas, antes disto, quero dizer que estes elementos mesclam-se; uns originam outros, contrastando e complementando. Por exemplo, para termos sombra é necessário que haja luz; luz e sombra projetam-se evidenciando a forma; para construirmos uma forma, precisaremos utilizar linhas; e a linha nasce de um ponto numa superfície.

  • Superfície e/ou espaço:

É natural confundirmos forma com superfície, superfície com espaço e espaço com plano; são elementos semelhantes.  Mas quando falamos em superfície, em termos técnicos das artes visuais, é a base onde executamos o nosso fazer artístico. Em particular para o desenho, será o papel e este é bidimensional, ou seja, possui altura e largura. Toda superfície tem uma forma. O papel geralmente tem forma de retângulo. Encontramos também noutros formatos e as sensações que sentimos ao olhar uma imagem vem também da forma da superfície.

Quando observamos uma superfície somos influenciados conscientes e inconscientes, pela nossa fisiologia, pela gravidade e pelo hábito de leitura. Nós que fomos criados na cultura ocidental, sempre observaremos as imagens seguindo a estrutura visual perceptiva como no exemplo abaixo:

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É impossível falar de superfície sem falar em composição, porque a maneira como dividimos e organizamos a superfície em que desenvolveremos o fazer artístico é fundamental para a melhor comunicação da mensagem que queremos transmitir com nossos trabalhos.

  • Ponto:

Segundo Dondis, em seu livro Sintaxe da Linguagem Visual (1996, p.53) “o ponto é o ponto de partida destes elementos. Quando fazemos uma marca, seja com tinta, com uma substância dura ou um bastão, pensamos neste elemento visual como um ponto de referência ou um indicador de espaço”.

O ponto, na maioria das vezes, não está visível no desenho. Usaremos o ponto para determinar o início do desenho, para aplicar a técnica de perspectiva, criar texturas.

  • Linha:

Pode-se dizer que a linha é um ponto em movimento. Ao posicionarmos a ferramenta de trabalho – para o desenho serão os lápis – em um ponto e arrastarmos, criaremos uma linha. “Nas artes visuais, a linha tem, por própria natureza, uma enorme energia. Nunca é estática; é o elemento visual inquieto e inquiridor do esboço. (…) Contudo, apesar de sua flexibilidade e liberdade, a linha não é vaga: é decisiva, tem propósito e direção, vai para algum lugar, faz algo de definitivo. A linha é elemento essencial do desenho.” (Dondis, 1996, p. 56).

  • Forma:

A linha descreve a forma. Pode-se dizer que a linha articula a complexidade da forma. Existem três formas básicas: quadrado, círculo e triangulo equilátero. (Dondis, 1996, p. 57). Cada uma das formas básicas possui características próprias e atribui-se significados, muitos específicos, alguns por associação, outros ainda, através de nossas percepções psicológicas e fisiológicas. Ao quadrado são associadas  as idéias de estabilidade e retidão; ao círculo associa-se a idéia de proteção, perfeição, infinito; e ao triangulo equilátero a idéia de equilíbrio. Todas as formas básicas são figuras planas e simples que podem ser facilmente descritas e construídas.

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Com base nestas três formas geométricas criaremos todas as figuras na composição de nossas imagens. As formas traçadas à “mão livre” resultam as chamadas formas livres. Na composição de objetos e cenários usaremos mais as formas geométricas regulares, e para desenhar a figura humana, animais e plantas, usaremos mais as formas geométricas livres.

  • Luz e Sombra:

O ser humano só vê graças à presença da luz sendo esta natural ou artificial. A luz pousa sobre os objetos, refletindo a luz junto com os tons e assim percebemos o volume das figuras nas imagens. Ao observarmos a natureza, estamos vendo a verdadeira luz. Quando vemos a “luz” numa imagem, vemos os materiais representando esta luz natural.

Os tons variam dos mais claros aos mais escuros e este é um dos melhores instrumentos de que dispomos para expressar o mundo tridimensional. Com os conceitos de luz e sombra poderemos criar a ilusão de profundidade na nossa superfície bidimensional – o papel. E por meio da aplicação dos efeitos de luz e sombra, nossas imagens transmitirão a sensação de volume.

Abaixo temos uma escala de tons de cinza, do branco do papel até o preto:

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Acima vemos o mesmo círculo com linha e transformado numa esfera com os efeitos de luz e sombra; abaixo temos um mapa das áreas luminosas.

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Fonte de pesquisa: DONDIS, Donis A. Sintaxe da Linguagem Visual. Editora Martins Fontes. São Paulo – SP. 1996.

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Marcello Quintanilha retorna à João Pessoa

Texto originalmente publicado em no site da Ed. Marca de Fantasia e no Memorial dos Quadrinhos da Paraíba.

Nos dias 10 e 11 de abril de 2015, tivemos aqui em João Pessoa – PB, a presença de Marcello Quintanilha para bate papo e lançamento de sua história em quadrinhos intitulada “Talco de Vidro”. Ação esta promovida pela loja especializada em quadrinhos Comic House.

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Na noite do dia 10 de abril, nas dependências da Usina Cultural Energisa, por volta das 20h, ocorreu um bate papo com o autor mediado pelo jornalista Audaci Jr. Na ocasião, foi exibido um vídeo promocional de lançamento da HQ criado pela Comic House, Marcello Quintanilha fez uma leitura dramática das 20 primeiras páginas de Talco de Vidro, respondeu a questões sobre a sua mais recente publicação proferidas pelo mediador e pelo público.

No dia seguinte, nas instalações da Comic House, por volta das 18h30, Marcello Quintanilha, debruçou-se a autografar publicações para o público. Além de Talco de Vidro, gentilmente ele autografou outras obras de sua autoria. Calma e atenciosamente, Quintanilha conversou, autografou e permitiu-se fotografar com os presentes na sessão de autógrafos.

Sobre Marcello Quintanilha:

Carioca da cidade de Niterói  RJ, Marcello Eduardo Mouco Quintanilha é desenhista autodidata. Seu primeiro trabalho em quadrinhos foi publicado em 1988. Ainda adolescente, ele desenhou histórias de artes marciais para a revista Mestre Kim, da Bloch Editores. Na época, ele assinava com nome artístico de Marcello Gaú.

Aos 18 anos, tendo concluído o ensino médio, começou a trabalhar como animador para uma escola de inglês. Passou sete anos no emprego, usando o tempo livre para desenvolver seus projetos pessoais. A convite de Rogério de Campos (diretor da editora Conrad) passou a colaborar com as revistas General e General Visão, nas quais publicou histórias como Dorso e Granadilha. No mesmo período, criou trabalhos também para as revistas Metal Pesado, Nervos de AçoHeavy MetalZé Pereira.

Sua primeira graphic novel foi publicada em 1999. Fealdade de Fabiano Gorilla era uma história baseada na vida de seu pai, que foi jogador de futebol do Canto do Rio na década de 1950.

No ano de 1999, durante a 1ª edição do FIQ-BH  (Festival Internacional de Quadrinhos de Belo Horizonte) conheceu o francês François Boucq, que se interessou pelo seu trabalho e convenceu-o a enviar seus desenhos para editoras europeias. Em 2003, publicou La promesse (A promessa), primeiro volume da série Sept balles pour Oxford (Sete balas para Oxford), pela editora belga Le Lombard, com roteiro do argentino Jorge Zentner e do espanhol Montecarlo.

O contrato com a editora belga levou Quintanilha a mudar-se para Barcelona, para ficar mais próximo dos roteiristas da série. Passou a publicar também ilustrações nos jornais espanhóis El País e Vanguardia .

Ao mesmo tempo, continuou produzindo álbuns para o público brasileiro. Sempre que pode e/ou é convidado, vem ao Brasils para lançar suas produções. Em 2005, publicou Salvador, na coleção Cidades Ilustradas da editora Casa 21. Seguiram-se Sábado dos meus amores (2009, troféu HQ Mix de melhor desenhista nacional) e Almas públicas (2011). A adaptação em quadrinhos da obra de Raul Pompeia O Ateneu pela editora Ática pela série Clássicos Brasileiros em HQ (2012), e pela editora Veneta lançou suas mais recentes produções em quadrinhos: Tungstênio (2014) e Talco de Vidro (2015).

Diga-se de passagem, Marcello Quintanilha com sua obra Sábado dos Meus Amores, é uma das três obras dos quadrinhos brasileiros dentre as mil e uma de uma célebre lista de Quadrinhos Que Devem Ser Lidos Antes de Morrer escrita pelo renomado jornalista britânico especializado em quadrinhos Paul Gravett   (http://www.paulgravett.com/1001_comics/1001_updates/).

Tutorial de Desenho com Técnica Mista: Trafalgar Law.

Para aqueles que desejam aprender um pouco mais sobre técnicas e materiais de desenho,  fiz abaixo um passo a passo de um desenho que fiz utilizando 3 materiais no mesmo trabalho: aquarela, nanquim e lápis de cor. Comumente, estes são os materiais de desenho que mais utilizo.

O personagem que escolhi  chama-se Trafalgar Law ; ele faz parte da série do mangá e anime intitulado One Piece. Ao estudar o personagem observando-o nas HQs e no desenho animado, colhi imagens para estudo da figura e de sua personalidade.

Imagens para estudo do personagem e composição:

O fato de eu optar por mais de uma material na composição de um desenho é porque cada um dará a possibilidade de representação de texturas e efeitos visuais diferentes para o que eu almejo representar no meu desenho.

Segue a lista do que usei para desenhar:

Primeiro, fiz um desenho com lápis grafite. Utilizei papel branco sulfite tamanho A4 e gramatura 150 g/m² e utilizei lápis grafite 6B da marca Staedtler série ‘Tradition’. Com o lápis grafite, eu delineei e representei o luz e sombra com técnica de hachurado (com linha) traçando de forma regular e irregular. No cenário eu misturei as linhas para criar o efeito de “sfumatto”.

Após desenho finalizado, sobre o mesmo coloquei outra folha de papel e o levei para a mesa de luz. Fixei ambos com fita crepe para as próximas etapas.

Com aquarela preta bastante diluída fiz um tom de cinza suave para o zíper do casaco e a parte clara do detalhe negro da espada. Com aquarela ocre criei os tons de metal dourado dos brinco que o personagem usa e o acabamento em metal da sua espada que também é dourado. Com o vermelho de cádmio da Winsor&Newton fiz o ‘sageo’ vermelho que circunda o ‘saya’ de sua ‘katana’. E para representar o volume deste “barbante” (sageo) eu usei também aquarela da Winsor&Newton na cor marrom ‘burnt umber’.

Em particular, gosto muito de aquarelas pastosas em bisnagas da Pentel porque com elas você poderá criar várias pastilhas e paletas de cores diversas. Podendo assim, você não se preocupar se determinada quantidade de tinta da cor criada acabar, não corre o risco de errar o tom na mistura das cores. Mas prefiro trabalhar com elas em forma de pastilhas. Assim eu tenho mais controle do volume de pigmento proporcional a coloração que quero.

Finalizada a coloração com aquarelas, parti para a coloração com lápis de cor.

Com os tons de cinza, fiz a volumetria do chapéu; como na pelúcia da espada, com traços curtos representei as sombras da textura da pelúcia de pelo curto. Seguindo a risca a técnica do hachurado: onde mais claro menos camadas, e onde mais escuro mais camadas de hachuras.

Com nanquim deve-se ter cuidado redobrado. Com aquarela que há um tempo de secagem pode-se modelar a mancha e o tom, pode-se retirar quase 100% da aquarela do papel. Com lápis de cor pode-se apagar. Mas com nanquim não tem ‘perdão’. Se errar, errou e será necessário adaptar o desenho ao erro ou perde-se o desenho.

Qualquer dúvida ou detalhe que você não entendeu e/ou quer saber mais, deixe seu comentário! Terei alegria em responder-te.  🙂

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Introdução à Proporção Áurea: Utilizando-a na Superfície do Desenho (base retangular)

Abaixo está um passo a passo no qual você poderá facilmente utilizar a divisão harmônica segundo a proporção áurea nas folhas de papel padrão internacional da série A. O descritivo abaixo está para o ponto de ouro com a superfície retangular mais longa na horizontal. O mesmo passo a passo poderá ser utilizado com a superfície retangular mais longa na vertical porém, resultará em pontos de ouro diferentes. A marcação do ponto de ouro dependerá da sua composição, seja na horizontal ou na vertical.

E assim, teremos um “retângulo de ouro” segundo os padrões das proporções áureas.

grafico_retangulo_de_ouro_11Semelhante ao quadrado, você poderá usar o retângulo com as proporções áureas de forma semelhante ao quadrado nas quatro disposições, seja o papel mais longo na horizontal ou mais longo na vertical. Esta definição será definida mediante opção escolhida para a disposição das figuras na composição. Lembre-se: para acentuar o foco de um determinado elemento na sua arte, coloque-o no ponto de ouro no espaço.

Introdução à Proporção Áurea: Utilizando-a na Superfície do Desenho (base quadrada)

Uma das aplicações da técnica de Proporção Áurea é na elaboração de uma composição harmônica onde todas as pessoas que visualizarem sentirão beleza e fruirão de uma composição artística agradável. Serão desenhos que haverão aceitação pelo expectador por mais variável que seja seu projeto. Primeiramente, vejamos proporção áurea aplicada em superfícies quadradas.

Proporção Áurea na Superfície Quadrada:

Superfícies quadradas são estáveis e difíceis de fazer composições com dinâmica e harmonia. Para “quebrar’’ essa rigidez das superfícies quadradas, há uma forma de aplicar a proporção áurea. É muito simples encontrar o ponto de ouro no quadrado como na figura abaixo:

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1- Trace uma linha na diagonal de A para B;

2 – Coloque a agulha do compasso em A e arraste o compasso de C até a base do quadrado.

3 – Onde o arco e a linha diagonal se cruzam, está o ponto de ouro da superfície quadrada.

Neste ponto, você poderá colocar o objeto principal da sua composição. Pode ser um olho, uma mão, algo que você quer destacar no seu desenho. Não há obrigatoriedade de alinhamento preciso.

E assim, o quadrado ganhará a dinâmica que a linha diagonal traz e harmonia com o ponto de ouro. Não há necessidade de rigor nesta disposição da linha e do arco você quadrado_de_ouro_02poderá explorar as quatro opções que o quadrado proporciona. E neste limite, você encontrará ilimitadas possibilidades de composição dentro do aparentemente rígido e limitado quadrado. Na figura à direita e ao lado, há estas 4 disposições do ponto de ouro.

Veja abaixo algumas fotos em formato quadrado selecionadas da internet onde nas suas composições elementos encontram-se no ponto de ouro ou aproximado dele:

Lembre-se: “o ilimitado emerge dos limites”

Introdução à Proporção Áurea: O Famoso Cálculo.

Uma das coisas que mais me irritava nos livros de arte que abordavam o assunto Proporção Áurea era o fato de nenhum deles ensinar realmente como utilizá-la nas composições artísticas. E uma das minhas propostas com estas postagens é justamente ensinar como utilizar a proporção áurea.

A frase citada anteriormente “a parte menor está para a maior assim como a parte maior está para o todo” gera um cálculo matemático que utilizaremos nas nossas composições. Considerando a letra A para representar a parte menor e a letra B para representar a parte maior, chegaremos a seguinte fórmula matemática:

A : B = B : (A+B)

Não será sempre que nossa busca matemática será igual nas divisões; chegaremos muitas vezes ao aproximadamente. Lembremo-nos: estamos em busca da harmonia e não da igualdade. Muitas das nossas divisões poderão chegar a dízimas periódicas quase infinitas. O resultado desta divisão será aproximadamente 6 para cálculos com números acima de três casas decimais; o resultado será aproximadamente 0.6 para divisões com duas casas decimais; aproximadamente, nos algarismos com uma casa decimal, encontraremos resultado como 0.625, 0.615, 1.618… ,1.6, também em nossas divisões de partes diferentes na busca de tamanho proporcionalmente por tamanhos harmônicos para as formas em nossos desenhos. Não precisaremos perder tanto tempo calculando todos os traços do desenho, o que pode tolher nossa criatividade. Na busca da harmonia nas nossas composições, de grande utilidade será a Série Fibonacci criada por Leonardo de Pisa que introduziu na Europa, juntamente com algarismo indo-arábicos e o sistema decimal. A Série Fibonacci consiste numa sequência numérica somática na qual cada número da sequência é a soma dos dois números anteriores. E assim, surge a progressão aritmética: 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34, 55, 89, 144…, etc. Se usarmos o cálculo da proporção áurea e dividirmos o número menor pelo numero maior da sequência, perceberemos que o resultado da divisão será aproximadamente os números da seção áurea (0.6, 1.68…, 0.615 e etc). Usaremos esta matemática para encontrar o chamado ponto de ouro nas composições.

Não é de forma aleatória que, no tratado da Deca Pitagórica, o teorema da harmonia é justamente o número 6.

Se você quiser realmente aprender proporção áurea, guarde sempre esta frase:

“a parte menor está para a maior assim como a parte maior está para o todo”

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Introdução à Proporção Áurea – Por que conhecê-la é importante?

Nossa cultura (brasileira e americana em geral) foi muito influenciada pela cultura e colonização europeia ocidental. E o berço da cultura europeia foi a Grécia, que espalhada pelo Império Romano, estendeu-se largamente pelo que compreendemos hoje por Europa. Os europeus colonizaram o continente americano e o resto da história, já conhecemos.

É notório a percepção deste conhecimento e sua importância na Arte, Engenharia e Arquitetura derivado dos conhecimentos da Natureza partindo deste tratado grego.

Para ilustrar mais e muito melhor do que eu, abaixo segue um vídeo. É uma animação em média metragem do Pato Donald produzido pelos estúdios Disney que aborda o tema, a sua importância, influência e uso no nosso cotidiano.

Este é um dos inúmeros vídeos educativos que a Disney produziu mas, infelizmente, são pouco conhecidos. Vale a pena assistir até o final.

Divirtam-se!